não gosto de ti. gosto de nós dois, do que fazemos antes e depois. do beijo, do abraço, da corrida, do cansaço. do ir e vir, do meu gritar e do teu rir. mas só gosto de nós dois, dos nossos antes e depois.
"Amo-te mesmo quando não estás. Amo-te mesmo no silêncio. Amo-te mesmo que não te diga. Amo-te sem história. Sem presente nem futuro. Amo-te quando estou sozinha. Amo-te virada do avesso e sem rede. Amo-te. Só para não te esqueceres!"
"(not) too young (enough), (but) too dumb to realize That I should’ve bought you flowers and held your hand Should’ve gave you all my hours when I had the chance Take you to every party, cause all you wanted to do was dance Now my baby’s dancing, but she's dancing with another man"
Ele sabia. Há quarenta e dois dias que aquela relação estava moribunda…
Sentia que, mais dia menos dia, o seu sonho lindo teria fim.
Mesmo assim insistiu. Ela percebeu e ofereceu-lhe a outra face ao entreabrir uma janela para nova
oportunidade.
Ele, por momentos, acreditou que, apesar de ínfima, haveria
hipótese de continuar(em). Começara a semana reflectindo naquilo que os uniu durante três anos, sem
cinismos nem paternalismos de qualquer espécie e concluíra que não tinha o direito
a aspirar mais o que quer que fosse.
Deveria deixar o Destino fazer aquilo que (tão
bem ou mal) sempre faz nestes casos.
Porisso, hoje não
fora apanhado desprevenido quando ela lhe falou “sem os olhos nos olhos” como sempre
gostava que fizessem. Percebeu-a, desde logo, comprometida com qualquer
coisa mais forte que ele. E ainda bem!
Perceber que a Sofia “morreu” terá sido a sua enorme
alegria de hoje. Quase, quase compensadora do desgosto que representa perde-la
e deixar de poder ser tão diferentemente feliz como era quando com ela estava.
Afinal ele tivera
razão em adivinhar que o “Call Me - dos Shinedown” publicado dias antes no "face" fora-lhe dedicado... pela Maria - viva e recomendável!